A investigação levantou informações junto à Unidade de Atendimento Integrado (UAI) do bairro Planalto, que confirmaram que não houve atendimento médico ao servidor na data indicada no documento.
Em seu depoimento, o servidor acabou admitindo que comprou o atestado médico falso por cerca de R$ 50. O documento foi enviado por aplicativo de mensagens e depois lançado no sistema da Prefeitura.
Ele usaria o afastamento para trabalhar em outro lugar e conseguir renda extra.A conduta se caracterizou como uso indevido do cargo público, quebra de confiança e tentativa de obter vantagem financeira de forma irregular, com possível prejuízo aos cofres públicos.
A Administração Municipal decidiu aplicar a demissão. O processo ainda foi encaminhado ao Ministério Público de Minas Gerais para investigação em âmbito criminal.
Publicada Por Vinicius Lemos